Salvador – Pelourinho digital
Julho 3, 2008 at 5:30 pm | In Inclusão digital | Leave a CommentDepois de alguns dias em off para terminar mais um capitulo da tese voltou com mais novidades sobre inclusão digital na Bahia. Vejam isso:
Apesar do anel de fibra ótica ficar totalmente pronto só no segundo semestre, um piloto de seu uso estará em prática ainda neste primeiro semestre: o Pelourinho Digital. Na prática, o projeto abarcará mais do que simplesmente o Pelourinho, mas quase todo o Centro Histórico de Salvador, desde a praça Castro Alves até o Forte de Santo Antônio.A conexão será tanto por fibra, quanto por sinal de rádio. “Precisamos fazer dessa forma, não podemos enfeiar o Pelourinho. Haverá até antenas estilizadas, para que não afetem muito a arquitetuta local”, detalha Lemos. Todos os órgãos municipais, estaduais e federais e algumas ONGs localizados na região – incluindo, por exemplo, a Casa do Olodum – serão conectados. Além disso, o Largo do Pelourinho se transformará numa praça wireless, com sinal aberto e gratuito. No segundo semestre de 2008 e no primeiro no ano que vem, a Prodasal já planeja iniciar a segunda etapa do Salvador Digital, aumentando a velocidade de banda internet (escolas e postos de saúde passarão a ter link de no mínimo 128 Kbps e as secretarias, 2 Mbps) e adotando a tecnologia VoIP para as ligações telefônicas da administração direta. As ações serão implementadas tão logo a fibra ótica esteja totalmente funcional, o que permitirá também vigilância através de câmeras IP.
Fonte: http://www.guiadasc idadesdigitais. com.br/site/ pagina/terra- do-ax-promove- revoluo-digital
Manifesto do PSL – BA
Maio 10, 2008 at 3:03 pm | In Inclusão digital | Leave a CommentNão dexem de particiapr desta luta pela inclusão e pelo software livre pois esta causa é de todos.
Colaboração: Rafael Gomes
Como é de conhecimento de muitos da comunidade de Software Livre do Brasil, o governandor da Bahia , Jaques Wagner, assinou um protocolo de intenções com a Microsoft. De acordo com o Diario Oficial, esse protocolo visa a fomentação de cursos de inglês do programa “English for all” e também a instalação de
telecentros com licenças que poderiam ser doadas ou vendidas por “baixo” custo.
Atentem para o fato do protocolo não ter sido divulgado em momento algum e que não foi dado nenhum detalhe de como esses projetos irão ser implantados.
Uma coisa é fato, o dinheiro publico será usado para implantar algo que já existe no estado. O projeto Berimbau Livre que customizou a distribuição Debian BR CDD (Atual BrDesktop) para que então tivessem como resultado o Berimbau Linux que é utilizado amplamente nos telecentros de inúmeros municipios da Bahia.
A comunidade de Software Livre da Bahia está se manifestando contra a esse tipo de ação e irá cobrar respostas do nosso governador sobre o acontecido.
Nesse link http://twiki. dcc.ufba. br/bin/view/ PSL/WagnerDigaNa oAsDrogas está sendo tratado as informações sobre a reação do PSL-BA contra esse ato. E foi lançado a campanha “Wagner, diga não às drogas!” para que sirva de alerta para o nosso governador não afunde anos de trabalho dos projetos de Software Livre da Bahia criando uma dependência desnecessária na nossa infraestrutura.
Ao pessoal da comunidade Software Livre de todo Brasil eu solicito ajuda para que essa campanha seja divulgada nacionalmente.
Diga não você também Wagner, diga não às drogas!!!
Wagner, diga não às drogas!
TUDO PELO AR – O futuro da informática
Maio 8, 2008 at 2:21 pm | In Inclusão digital | Leave a CommentVejam está reportagem do Jonal da Globo do dia 06/05/2008.
Se depender do Google no futuro todas as nossa informações, dados e muito mais estarão tudo nas nuvens. MAa até que ponto isso é bom para os utilizadores da rede? Será que nós queremos isso mesmo?
Isso é a inclusão para o Google. E para nós será que é inclusão também?
67% dos brasileiros nunca acessaram a internet
Abril 18, 2008 at 3:23 am | In Inclusão digital | 2 CommentsVejam esta pesquisa. Muito boa!
Uma pesquisa realizada na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP mostra que grande parcela da população ainda não tem acesso à internet. “Em 2007, cerca de 70% dos brasileiros nunca havia acessado a internet”, afirma a jornalista Mariana Reis Balboni. Autora do estudo de doutorado “Por detrás da inclusão digital: Uma reflexão sobre o consumo e a produção de informação em centros públicos de acesso à Internet no Brasil”, Mariana acredita que apenas o aumento dos investimentos em educação poderá garantir acesso à rede mundial dos chamados “excluídos digitais”.
“São pessoas de baixa renda que não dispõem de recursos materiais nem de conhecimento para acessar, interagir, e se apropriar da rede. Moram em comunidades caracterizadas por uma forte exclusão social e, que conseqüentemente, tiveram uma trajetória educacional deficitária e limitada”, relata.
Para a jornalista, que é mestre em ciência da Comunicação pela Universidade de Montreal, no Canadá, a exclusão digital é somente mais uma vertente da exclusão social. Para combatê-la não basta o acesso à internet, mas sim um plano nacional de inclusão digital que leve em consideração o investimento em capacitação tecnológica e no letramento de novos usuários de internet.
O foco do estudo foram os centros públicos de acesso (CPAs) gratuito à internet chamados de telecentros comunitários e operados unicamente pelo governo, independente das denominações diferenciadas que os mesmos possuem localmente. Em sua grande maioria, os telecentros são resultado de políticas públicas do governo federal, estadual e municipal, muitas vezes em parceria com entidades do terceiro setor e de empresas privadas. “Além de prover acesso à internet, os CPAs são pontos de encontro e proporcionam um espaço para reflexão coletiva”, ressalta a pesquisadora.
Para a pesquisa, foram selecionados três programas de inclusão digital: o Acessa São Paulo, do Governo do Estado de São Paulo, que mantinha 178 unidades na época, e no qual foram investigadas duas unidades, uma na Capital e outra na cidade de Piracicaba; e dois programas municipais, o Digitando o Futuro, em Curitiba, considerada cidade-modelo pelos bons indicadores sociais e de infra-estrutura urbana, com 48 unidades; e o Telecentros Porto Alegre, com 58 na capital gaúcha, em 2005.
A pesquisadora optou por entrevistas com personalidades relacionadas à concepção e desenvolvimento de projetos de inclusão digital no Brasil, identificados como mentores, e com coordenadores e monitores dos programas avaliados, além de questionários online com os usuários dos CPAs, aplicados via internet ao longo de duas semanas, em um total de 84. “As entrevistas com mentores, coordenadores e monitores seguiram um roteiro semi-dirigido, dentro das categorias de análise definidas, e com os usuários do CPA usamos um questionário fechado online”, conta.
Fonte: Gazeta do Povo
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