Arquivo da categoria: TV digital

TV Digital em Bauru

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Há cerca de dois anos a UNESP tentar iniciar as tramissões da Tv digital em Bauru, mas pelo jeito as coisas ainda vão esperar mais um pouco…

Um equipamento comprado por US$ 150 mil, o equivalente a R$ 260,5 mil, para operar na aguardada TV Digital da Universidade Estadual Paulista (Unesp), nem teve oportunidade de ser instalado no prédio que abrigará a futura sede da emissora. Segundo confirmou a Reitoria da instituição em São Paulo, um procedimento averiguatório preliminar foi instaurado pelo órgão para esclarecer as circunstâncias e responsabilidades pela quebra do aparelho, conhecido como Maestro, antes mesmo de sua chegada a Bauru.

Fonte: Jornal da Ciência

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TV DIGITAL NA AMERICA DO SUL

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CHILE FARÁ MODIFICAÇÕES NO MARCO REGULATÓRIO
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Diferentemente do que aconteceu no Brasil, o projeto de lei sobre TV digital que tramita no parlamento chileno aproveita a transição tecnológica para mexer também no modelo de concessões de radiodifusão no país.
No Chile atualmente  a lei não determina o modelo de exploração do serviço digital, permitindo tanto a mobilidade quanto a alta definição e a multiprogramação. Também prevê a abertura de mercado para novos agentes. “Mesmo porque, quando se começou a falar em TV digital no começo da década, o governo congelou as frequências de UHF. Então hoje temos frequências disponíveis em todo o país”, disse Tapia.
Segundo Luis Silva Tapia, gerente de engenharia da Chilevisión, a lei também permite a diferenciação entre um canal de TV e a frequência de 6 MHz, permitindo em tese a divisão de frequências entre diferentes players. A lei também cria novas modalidades de concessão. Haveria concessões nacionais, regionais, locais e comunitárias, dependendo do número de localidades cobertas. Seriam reservados 40% do espectro para as concessões regionais, locais e comunitárias e para as nacionais de caráter cultural. A lei também cria a figura do operador de rede e desvincula as licenças de transmissão da produção de conteúdos. “Uma emissora poderia transmitir conteúdo próprio, de terceiros ou um misto entre os dois”, conta Tapia.

Estas informações são de André Mermelstein do Tela Viva.

ARGENTINA ESCOLHE MODELO DE TV DIGITAL

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O anúncio de que a Argentina escolheu o modelo nipo-brasileiro de televisão digital deverá ser feito hoje, sexta-feira (28/08), em Bariloche (Argentina), durante um encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Cristina Kirshner.

Depois do Peru, que optou pelo modelo nacional, a conquista da Argentina dá um fôlego extra para o mercado de televisão digital no país. Há anos o Brasil tenta conquistar adeptos na região, mas estava perdendo a disputa por quatro a um, já que Colômbia, Uruguai, Panamá e Guiana Francesa optaram pelo modelo europeu. Fazer com que mais vizinhos escolham o modelo nipo-brasileiro é importante para aumentar o mercado consumidor dos equipamentos e, com produção em grande escala, os preços caiam.
Informações do Portal Exame.

STVBD inconstitucional !??

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O Decreto 5.820/2006 que instituiu o Sistema Brasileiro de Televisão digital está sendo considerado pela Procuradora Geral da Reública (PGR) como sendo inconstitucinal. A PGR encaminhou no dia 19 de junho um documento ao Supremo Tribunal Federal contendo um parecer sobre o referido Decreto. Este documento é parte da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) promovida pelo PSOL em agosto de 2007. O parecer da PGR pode ser acessado no site do Supremo Tribunal.
Essa notícia tem animado as organizaçãoes que lutam pela democratização da comunicação no Brasil, pois traz esperanças que algo ainda possa ser mudado no cenário da comunicações do país. Mais informações podem ser acessadas nos sites: Convergência digital, Tela Viva, Observatório do Direito à Comunicação.
Acretido que este debate traz a tona uma discursão maior que é a de pensarmos o que queremos com a TV digital? Queremos uma nova mídia que possa dar a todos as mesmas oportunidades ou será que preferimos continuar tendo “mais com o mesmo” só que agora com alta definição?

TV Digital e EAD

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O 7º Seminário Nacional ABED de Educação a Distância – SENAED 2009, foi realizado de 23 a 31/05 pela primeira vez totalmente a distância!

O Seminário que teve como tema central “Polifonia na Docência e Aprendizagem Online”. As atividades realizadas de forma síncrona e assíncrona envolveram diversos profissionais, estudantes e pesquisadores da educação online  tendo como referência os conceitos de interatividade e bidirecionalidade. Para tanto utilizamos algumas plataformas como: listas de discussão por email, ambientes virtuais de aprendizagem, redes sociais, blogs, wikis, podcasts, vídeos, videoconferências, rádio, televisão, games e mundos virtuais. Vejam a seguir o vídeo que apresentei nesse Seminário:

Tese: TV digital e Educação

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Convite para minha banca de defesa da tese de doutorado na UFBA

CONVITE

Banca de defesa da tese: “Possibilidades para a educação em rede com a TV digital no Brasil”

Doutoranda: Simone de Lucena Ferreira

Orientador: Prof. Dr. Nelson De Luca Pretto (FACED)

Dia: 12/12/2008 às 14h

Local: Faced / UFBA

Banca examinadora:

Prof. Dr. Augusto César Leiro (FACED)

Profa. Dr. Alessandra Assis – (FACED

Prof. Dr.Lucídio Bianchetti (UFSC)

Prof. Dr. Sérgio Amaral (UNICAMP)

Profa. Dra. Maria Roseli Gomes Brito de Sá – suplente (FACED)

TV digital na Finlândia

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Achei esta reportagem sobre a TV Digital na Finlândia muito boa, pois este país poderá ser exemplo para muitos outros.

Televisão na Finlândia já é 100% digital

Ethevaldo Siqueira, esiqueira@telequest.com.br

A Finlândia é o primeiro país do mundo a retirar do ar a TV analógica e só transmitir programas com tecnologia digital. A informação é da ministra das Comunicações deste país, Suvi Lindén, em entrevista ao Estado. “Em menos de 4 anos, conseguimos realizar esse objetivo. Não foi fácil, mas vale a pena. Os maiores problemas que tivemos foram na área dos sintonizadores digitais (set top boxes). As camadas de menor renda reclamaram dos preços e da impossibilidade de utilizar o mesmo aparelho tanto para a TV aberta quanto para a TV por assinatura. Vamos ter que resolver essa situação, substituindo esses conversores.”

O padrão utilizado na Finlândia é o europeu (Digital Video Broadcasting ou DVB), que permite elevado grau de interatividade e mobilidade em sua versão DVB-H. Segundo a ministra Lindén, a Europa não deu prioridade ao desenvolvimento da TV de alta definição, embora o padrão DVB já o permita. Na opinião de alguns especialistas finlandeses, a TV de alta definição ainda é um luxo, porque exige receptores mais caros, mais sofisticados e, principalmente, maior oferta de conteúdo, o que ainda não ocorre. Para eles, as imagens digitais européias, com 700 pixels por linha (e não 1.080) são plenamente satisfatórias.

RÁDIO, NÃO

Quanto ao rádio digital aberto, surpreendentemente, a ministra das Comunicações da Finlândia não acredita na viabilidade prática da migração da tecnologia analógica de rádio para a digital. “O problema é a exigência de se trocar tudo – equipamentos das emissoras e receptores dos ouvintes. Isso exigiria até a mudança de faixa de freqüências e a interrupção das atividades das emissoras Nem o padrão europeu nem o norte-americano satisfazem. No futuro, as transmissões de rádio serão todas via internet ou associadas à TV digital”.

AVANÇO

As telecomunicações da Finlândia estão entre as mais avançadas do mundo. Até as residências mais modestas da zona rural ou as aldeias da Lapônia, no norte do país, dispõem de comunicação telefônica, fixa ou celular. Nas regiões mais remotas, o serviço é o mais simples possível, inclusive na telefonia celular, que utiliza o sistema mais antigo, de telefonia móvel nórdica em 450 MHz (NMT 450, na sigla comercial), mas que é o mais econômico para cobertura de grandes áreas com baixa densidade populacional, segundo a ministra Suvi Lindén.

“As telecomunicações finlandesas – diz ela – vêm sendo privatizadas há mais de duas décadas. A única empresa ainda com grande participação estatal é a Telia-Sonera, uma das concessionárias de telefonia fixa, de cujo capital participam os governos da Finlândia e da Suécia, com um total de 60% das ações, o restante é capital privado”.

O maior avanço do setor, entretanto, está na área da telefonia móvel, em que o país ostenta a impressionante densidade de 124 celulares por 100 habitantes. Numa tendência oposta, a telefonia fixa vai reduzindo sua participação para menos de 50%, como ocorre, aliás, na maioria dos países.

Embora seja um país com pouco mais de 5 milhões de habitantes, a Finlândia tem empresas poderosas na área da telefonia celular, entre as quais a Nokia, detentora da fatia de 41% da produção mundial de aparelhos celulares, com 10 fábricas espalhadas pelo mundo, inclusive uma em Manaus, no Brasil.

Uma característica curiosa e quase única da telefonia fixa da Finlândia é o fato de o país já ter conseguido abrir a infra-estrutura de rede de cabos e centrais à participação de todas as operadoras, enquanto o mundo ainda continua discutindo o compartilhamento da infra-estrutura.

No jargão de telecomunicações, esse compartilhamento recebe o nome de unbundling (desempacotamento, em inglês) e permite um grau muito maior de competição. Por essa razão, o país tem hoje mais de uma centena de operadoras fixas. Muitas dessas operadoras podem obter licenças e prestar praticamente todos os serviços de comunicações, de telefonia fixa a celular, TV por assinatura, TV sob demanda (Video on Demand), acesso de banda larga e internet. Apenas a radiodifusão (rádio e TV abertas) exige concessões exclusivas.

Raros países têm o índice de acesso à internet tão elevado quanto a Finlândia: mais de 60% da população utilizam regularmente a rede mundial. E, de cada 100 usuários, 70 dispõem de acesso em banda larga, segundo a ministra das Comunicações.

O país tem pelo menos três indicadores extraordinários que tornam possível seu estágio de desenvolvimento: o menor grau de corrupção governamental (segundo a organização Transparência Internacional), o melhor padrão de educação e a terceira posição mundial em investimentos em pesquisa e desenvolvimento em relação ao seu produto interno bruto (PIB), atrás apenas de Israel e Cingapura.

PERFIL RARO

Embora seja integrante do Parlamento da Finlândia, como deputada representante da região do Ártico, a ministra Suvi Lindén tem grande experiência e envolvimento nas áreas de telecomunicações e novas tecnologias.

Fonte: O Estado de S. Paulo 25/05/2008