Sobre o Simpósio Educação / Comunicação

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Posso dizer que o I Simposio Regional Educação / Comunicação foi um destes grandes momentos em que temos a oportunidade de realmente nos debruçarmos sobre uma temática e discutí-la sob diferentes perspectivas. Foi extamente isso que aconteceu entre os dias 29/11 e 01/12 na Unit-SE.

As conferências foram momentos significativos de debates sobre a educação a distância, a educação online e os saberes docentes. Ficou evidente nestas discussões a importância do professor no processo de aprendizagem online, assim também como a função do tutor foi questionada e ressiginificada. Tutor é e sempre será um professor, pois a sua função vai muito além daquele que na antiguidade conduzia o infante.

Outro ponto importante levantado nas conferências e também nas apresentações dos trabalhos foi a necessidade de formação continuada. Se na modalidade presencial esta formação é necessária para o profissional da educação no online isso torna-se imprecindível.

Considero que este I Simpósio foi um marco para a região de Sergipe, pois ele se estendeu para além dos limetes das paredes na Universidade e foi aos 24 Polos de EaD da Unit espalhados pelo Estado por meio da videoconferência. Sei que isso ainda é pouco, pois precisamos avançar muito mais. Por isso para os próximos Simpóioa esperamos poder colocar nossas disccuões disponíveis também na rede, para que muitos outros sujeitos possam interagir e ampliar os conhecimentos.

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I SIMPÓSIO REGIONAL DE EDUCAÇÃO / COMUNICAÇÃO

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Trata-se de um evento promovido pelo Grupo de Pesquisa Comunicação, Educação e Sociedade – GECES do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Tiradentes – SE. A programação apresenta conferências e painéis com pesquisadores internacionais de Portugal e da Espanha, além de pesquisadores do Brasil que desenvolvem trabalhos nas áreas da educação e da comunicação.

Para maiores informações e incrições de trabalhos consultem o site http://www.ead.unit.br/simposioregional

Seminário Copyfight

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Será um evento gratuito sobre propriedade intelectual e pirataria, que ocorrerá no Pontão de Cultura Digital da ECO/UFRJ nos dias 28 e 29 de abril. Durante a tarde, os Laboratórios de Conhecimentos Livres oferecerão oficinas práticas em Pure Data e arte eletrônica, inteligências automatizadas, rádios livres e VJing. De noite, o Seminário discutirá temas como direito autoral, combate à pirataria, biopatentes e produção em rede na Internet. Acompanhe ao vivo, confira a programação completa e faça sua inscrição no site : copyfight.pontaodaeco.org


Avaliação dos cursos de pedagogia

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A Revista Nova Escola Edição 231 apresenta uma boa reportagem sobre a avaliação feita em 160 cursos de Pedagogia dos quais 14% apresentam desempenho insuficiente (conceitos 1 e 2). Segundo a Revista são cursos sem foco, currículos distantes das necessidades e ensino precário mostram a urgência de repensar a preparação para a docência no país.

Vale a pena ler a reportagem completa em: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-inicial/fragilidade-cursos-pedagogia-licenciaturas-brasil-graduacao-formacao-docente-546805.shtml

Vídeos com a Profa. Bernadete Gatti

Parte I

Parte II

Em debate: o trabalho on line na educação

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Esta matéria é muito boa pois já estava na hora dessa discussão começar.

Folha de S. Paulo em 09/02/2010
Por: Fábio Talahashi e Talita Bedinelli

Professor quer extra por trabalho on-line

Remuneração por novos mecanismos, como blogs e Twitter, é a principal reivindicação na campanha salarial da rede particular em SP

Docentes dizem que tempo dedicado fora da sala de aula, antes restrito a preparação e correção, dobrou nos últimos anos com essas ferramentas

O trabalho da professora Lígia não se resume mais a aulas, correção de trabalho e aplicação de prova no curso de publicidade. Com a adoção de sistemas eletrônicos de aprendizagem em faculdades e colégios, agora ela tem de criar conteúdo exclusivo para os alunos seguirem na internet, publicar todas as aulas e tirar dúvidas on-line.

“Fico em contato com alunos até a meia-noite por meio dessas ferramentas. Sem ganhar nada pelo trabalho extra”, diz ela, docente da Universidade Mackenzie; ela prefere não ter o nome verdadeiro divulgado.

A remuneração pelo trabalho de alimentar os novos mecanismos tecnológicos utilizados na educação (blogs, Twitter e plataformas como Moodle, em que o aluno acessa conteúdos via internet e conversa on-line com professores) é a principal reivindicação dos docentes da rede particular na campanha salarial deste ano em São Paulo.

Professores ouvidos pela reportagem dizem que o tempo extraclasse exigido dobrou nos últimos anos devido à introdução das novas ferramentas. Antes, eles apenas preparavam as aulas e corrigiam trabalhos e provas -atividades mantidas.

“Essa forma de aproximação com os alunos, por meio da tecnologia, é fundamental. Mas o professor deve ser remunerado”, diz o presidente da Fepesp (federação dos docentes da rede privada), Celso Napolitano.

A proposta da entidade é que os professores, tanto do ensino básico quanto do superior, ganhem hora extra por conta dessas atividades ou tenham um tempo na jornada de trabalho específico para esse fim.

A convenção atual da categoria prevê acréscimo de 5% no salário docente para atividades extraclasse, como preparação de aulas ou correção de trabalhos. Mas não abrange a dedicação aos novos sistemas.

Professores e escolas começaram a negociar nesta semana a reivindicação. Ainda não há definição sobre esse ponto nem para o pedido de reajuste salarial acima da inflação.

A média de remuneração na rede privada no Estado é de R$ 1.820 (no ensino médio) e R$ 2.615 (no ensino superior) -os valores, porém, são muito divergentes no sistema; alguns colégios tops pagam mais de cinco vezes esses valores; outros, bem menos que a média.

“As escolas afirmam que não é obrigatório o uso das ferramentas. Mas isso é considerado na hora de definir se o professor ficará no próximo ano”, diz um docente do colégio Rio Branco.

Optativo

A diretora do Rio Branco, Esther Carvalho, diz que as ferramentas são, de fato, optativas. “Mas quem não sabe o que são está fora de seu tempo.”

Aluno do colégio Bandeirantes, um dos pioneiros da utilização das tecnologias, Leonardo Maçan, 13, diz serem indispensáveis os meios virtuais. Ele conversa diariamente com professores por e-mail. “Seria chato ter de esperar pela resposta.”

Já o colega Dimitri Scripnic, 12, elogia uma plataforma virtual na qual os professores publicam o conteúdo da aula dada no dia. “É mais fácil do que anotar no caderno. E ajuda para se organizar para as provas.”

O Semesp (sindicato das universidades particulares de SP), o Sieeesp (sindicato das escolas básicas privadas do Estado) e o Instituto Mackenzie não se manifestaram sobre o assunto.